27ª Semana do Tempo Comum – Segunda-feira, 5 de Outubro de 2026

Confira as leituras bíblicas, o Evangelho, o Salmo e o Santo do dia para abastecer sua alma com fé.

O evangelho pregado por mim não o recebi nem aprendi
de homem algum, mas por revelação de Jesus Cristo.

Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas 1,6-12

Irmãos,
6 admiro-me de terdes abandonado tão depressa
aquele que vos chamou, na graça de Cristo,
e de terdes passado para um outro evangelho.
7 Não que haja outro evangelho,
mas algumas pessoas vos estão perturbando
e querendo mudar o evangelho de Cristo.
8 Pois bem, mesmo que nós ou um anjo vindo do céu
vos pregasse um evangelho
diferente daquele que vos pregamos, seja excomungado.
9 Como já dissemos e agora repito:
Se alguém vos pregar um evangelho
diferente daquele que recebestes, seja excomungado.
10 Será que eu estou buscando a aprovação dos homens
ou a aprovação de Deus?
Ou estou procurando agradar aos homens?
Se eu ainda estivesse preocupado

em agradar aos homens,
não seria servo de Cristo.
11 Irmãos, asseguro-vos
que o evangelho pregado por mim
não é conforme a critérios humanos.
12 Com efeito, não o recebi nem aprendi de homem algum,
mas por revelação de Jesus Cristo.
Palavra do Senhor.

Compartilhe

Salmo responsorial
Sl 110(111),1-2.7-8.9 e 10c (R. 5b)

R. O Senhor se lembra sempre da Aliança.

1 Eu agradeço a Deus de todo o coração *
junto com todos os seus justos reunidos!
2 Que grandiosas são as obras do Senhor, *
elas merecem todo o amor e admiração! R.
7 Suas obras são verdade e são justiça, *
seus preceitos, todos eles, são estáveis,
8 confirmados para sempre e pelos séculos, *
realizados na verdade e retidão. R.
9 Enviou libertação para o seu povo, *
confirmou sua Aliança para sempre.
Seu nome é santo e é digno de respeito. *
10c Permaneça eternamente o seu louvor. R.

Aclamação ao Evangelho
Jo 13,34

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Eu vos dou novo preceito:

    que uns aos outros vos ameis,
    como eu vos tenho amado.

Compartilhe

Compartilhe

E quem é o meu próximo?

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 10,25-37

Naquele tempo,
25 um mestre da Lei se levantou
e, querendo pôr Jesus em dificuldade,
perguntou:
“Mestre, que devo fazer
para receber em herança a vida eterna?”
26 Jesus lhe disse:
“O que está escrito na Lei?
Como lês?”
27 Ele então respondeu:
“Amarás o Senhor, teu Deus,
de todo o teu coração e com toda a tua alma,
com toda a tua força e com toda a tua inteligência;
e ao teu próximo como a ti mesmo!”
28 Jesus lhe disse:
“Tu respondeste corretamente.
Faze isso e viverás”.
29 Ele, porém, querendo justificar-se,
disse a Jesus:
“E quem é o meu próximo?”
30 Jesus respondeu:
“Certo homem descia de Jerusalém para Jericó
e caiu nas mãos de assaltantes.
Estes arrancaram-lhe tudo, espancaram-no,
e foram-se embora deixando-o quase morto.
31 Por acaso, um sacerdote
estava descendo por aquele caminho.
Quando viu o homem,
seguiu adiante, pelo outro lado.
32 O mesmo aconteceu com um levita:
chegou ao lugar, viu o homem
e seguiu adiante, pelo outro lado.
33 Mas um samaritano que estava viajando,
chegou perto dele, viu e sentiu compaixão.
34 Aproximou-se dele e fez curativos,
derramando óleo e vinho nas feridas.
Depois colocou o homem em seu próprio animal
e levou-o a uma pensão, onde cuidou dele.
35 No dia seguinte, pegou duas moedas de prata
e entregou-as ao dono da pensão, recomendando:
“Toma conta dele!
Quando eu voltar,
vou pagar o que tiveres gasto a mais’.
E Jesus perguntou:
36 “Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem
que caiu nas mãos dos assaltantes?”
37 Ele respondeu:
“Aquele que usou de misericórdia para com ele”.
Então Jesus lhe disse:
“Vai e faze a mesma coisa”.
Palavra da Salvação.

Compartilhe

Santa Faustina Kowalska, virgem

Santa Faustina Kowalska, a grande apóstola da Divina Misericórdia, nasceu no dia 25 de agosto de 1905, na pequena aldeia polonesa de Glogowiec. Seus pais, Mariana e Stanislaw Kowalski, humildes camponeses, mas cristãos fervorosos, transmitiram-lhe uma fé profunda e autêntica.

Faustina foi batizada com o nome de Helena. Aos sete anos, sentiu-se chamada para a vida religiosa. Porém, não tendo a autorização dos pais, nada pôde fazer.

Terceira de dez filhos, Faustina deixou a escola, depois de três anos, para trabalhar como doméstica na casa de algumas famílias ricas, a fim de manter a si e à sua família.

Aos vinte anos, amadureceu, definitivamente, a escolha da vida religiosa, animada por uma visão de Cristo sofredor, que lhe disse: “Até quando terei que a suportar? Até quando você vai me enganar?”

Abundantes graças divinas

No dia 10 de agosto de 1925, a Santa entrou para o convento das Irmãs da Bem-aventurada Virgem Maria da Misericórdia, em Varsóvia, onde recebeu o nome de Irmã Maria Faustina. Ela transcorreu treze anos de vida religiosa em vários conventos da Congregação, trabalhando na cozinha, no jardim e na portaria. Mas, desempenhou todos os seus trabalhos com dedicação e humildade, discrição e disponibilidade.

Irmã Faustina recebeu abundantes graças do Senhor, entre as quais os estigmas, sinais visíveis mais evidentes; recebeu, outrossim, numerosas revelações e visões, que – a pedido de seus confessores – anotou em seu Diário, hoje traduzido em várias línguas.

Santa Faustina Kowalska morreu com apenas 33 anos, em 5 de outubro de 1938, em Cracóvia, consumida pela tuberculose.

A secretária da Divina Misericórdia

Em 22 de fevereiro de 1931, a Santa anotou em seu Diário: “Estando na minha cela, vi o Senhor Jesus vestido com uma túnica branca: com uma mão abençoava e com a outra batia no peito e das suas vestes saíam dois grandes raios: um vermelho e o outro pálido […]. Após alguns instantes, Jesus me disse: “Pinte uma imagem do que você está vendo e escreva em baixo ‘Jesus, eu confio em vós’.” Quero que esta imagem seja venerada, antes de tudo, na capela de vocês e, depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta imagem, jamais perecerá… porque eu mesmo a protegerei com a minha glória” (D. 47-48).

A imagem foi logo pintada e teve grande propagação, com as outras formas de culto à Divina Misericórdia, como Jesus havia pedido à Irmã Faustina: a festa da Divina Misericórdia, no primeiro domingo depois da Páscoa; a reza do terço da Divina Misericórdia; a oração da hora da Misericórdia (às 15 horas).

Jesus confiou, à humilde religiosa polonesa, que gostava de ser chamada “secretária do meu mistério mais profundo”, a sua mensagem de amor aos homens: “No Antigo Testamento, mandei os profetas, ao meu povo, por meio de raios; hoje, eu envio você, com a minha misericórdia, a toda a humanidade. Não quero punir a humanidade sofredora, pelo contrário, quero curá-la e apertá-la ao meu coração misericordioso” (D. 522).

A devoção de Dom Wojtyła

A devoção a Jesus Misericordioso difundiu-se rapidamente na Polônia, logo após o falecimento da Irmã Faustina.

Nos anos Sessenta, o então Arcebispo de Cracóvia, Dom Karol Wojtyła, promoveu o processo informativo concernente à vida e às virtudes de Faustina. Ao tornar-se Papa, João Paulo II presidiu à sua Beatificação, em 18 de abril de 1993, e à Canonização em 30 de abril de 2000. Na mesma ocasião, anunciou também o Domingo dedicado à Divina Misericórdia (primeiro domingo depois da Páscoa). Às vésperas desta festa, no dia 2 de abril de 2005, o Papa polonês foi para a Casa do Pai.

Santa Faustina Kowalska foi um dos santos Padroeiros do Jubileu da Misericórdia, convocado pelo Papa Francisco.

Fonte: Vatican News

Compartilhe

Contribua com a Obra

Com a missão de evangelizar por todos os meios, a Associação Evangelizar É Preciso leva fé e esperança para católicos de todo o mundo e ajuda milhares de pessoas, de muitas maneiras. Com a sua contribuição mensal e a participação em nossas Campanhas e Ações, você pode receber materiais exclusivos, ganhar benefícios e colocar em prática a generosidade que Jesus nos ensinou. A Família Evangelizar conta com você para transformar a realidade de quem precisa!

Como Funciona?
WhatsApp